Château de Versailles

16 de novembro de 2015 | Por Paula B

Tiramos mais um dia para fazer um programa fora de Paris (mas bem pertinho), que foi conhecer o Château de Versailles (conhecido também em português como Palácio de Versalhes, que é a mesma coisa, só tradução), que foi sede da realeza francesa.

Versailles

A entrada de Versailles

É bem fácil chegar a Versailles usando o RER, basta pegar o RER C. Também dá pra ir de trem e de ônibus comum, mas eu acho de RER mais fácil – mas lembre-se que o ticket de metrô normal (zona 1) não serve, você tem que comprar um específico para lá. E assim como o que eu disse no post da Disneyland Paris, preste atenção na sinalização da plataforma, para pegar o trem que vai para a estação Versailles Rive Gauche, que fica a 5 minutos de caminhada dos portões do palácio. Saindo da estação ficam funcionários indicando o caminho – ou basta seguir a multidão.

Os ingressos para Versailles eu comprei antecipados pelo site oficial (e isso foi ótimo pois a fila era imensa). Uma coisa bem legal é que no site da pra ver um calendário com a expectativa de visitas e assim se programar pra ir num dia menos cheio.

Versailles

A visita a Versailles é dividida em 4 “atrações”: o Château, o Trianon, o Domaine de Marie Antoinette e os jardins. Pra conhecer os três primeiros e dar uma volta no jardim você precisa de um dia inteiro. Se quiser conhecer todos os caminhos do jardim, se mude para Versailles – deve levar uma vida para conseguir andar por tudo aquilo, pois os jardins vão até o horizonte.

Depois de entrar e pegar o audioguia (incluso no ingresso e disponível em português), contrariando a multidão que tende a visitar o Château primeiro, fomos primeiro para os jardins. Para circular por lá você pode comprar um passe para usar o trenzinho que fica circulando pela propriedade ou alugar um carrinho de golf (se você tem euros para esbanjar, o que não era o nosso caso – eles custam €32 por hora, contra €7.50 por dia do trenzinho). Nós começamos o dia como cabras-macho achando que íamos fazer tudo a pé, mas não demorou pra mudarmos de idéia kkkk. Na metade dos jardins resolvemos comprar tickets pra usar o trenzinho.

Versailles

É jardim até onde a vista alcança

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Depois de nos perdermos varias vezes nos meio dos jardins, pois eu não aprendo e de novo deixei o Diego guiar o caminho, seguimos para o Domaine de Marie Antoinette, que era a região da propriedade onde Marie Antoinette se refugiava da nobreza (e provavelmente do seu marido maluco rs) e onde fica o Petit Trianon e de lá, para o Grand Trianon.

Versailles

Terminamos o dia no Château de Versailles propriamente dito, que ainda estava cheio mas não tanto quanto pela manhã. O Château é pura ostentação – muito veludo, muitos espelhos, muito ouro, até pelas paredes. Não é a toa que o povo surtou e cortou a cabeça do rei né, pois enquanto a plebe passava fome a realeza vivia num luxo absurdo. Sério, eu fiquei um pouco chocada com tanta ostentação e me perguntando da onde saia tanto dinheiro para aquilo.

Versailles

Galeria dos Espelhos

Depois voltamos tranquilamente para Paris, e como o sol se punha as 22h, ainda deu tempo de ir visitar a Torre de Montparnasse, mas isso é assunto para o próximo post…

Mais algumas depois do jump.

Versailles

Versailles

A nobreza jogava bilhar!

Versailles

Versailles

Versailles

Eu não entendi pq as camas eram tão pequenas…

 


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