Museu do Louvre

08 de janeiro de 2016 | Por Paula B
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O último passeio que fizemos em Paris foi visitar  o museu do Louvre. Quem montou o itinerário dessa vez foi o meu marido, que tomou gosto pela coisa e adora visitar grandes museus quando a gente viaja – antes de viajarmos ele pegou o mapa no site do museu e viu onde estavam as principais obras que queríamos ver, pois já aprendemos que passeios em museus desse porte sempre levam mais tempo do que a gente acha que vai levar, é fácil se perder e não conseguir ver tudo (afinal, o acervo tem cerca de 35 mil obras).

Museu do Louvre

Quem vem de metrô, desce na estação Palais Royal-Musée du Louvre. É só seguir as placas e irá sair no Carrousel du Louvre, o shopping que fica no subsolo do museu e está ao lado da entrada principal. Nós descemos ali e eu já dei aquela paradinha básica na Pandora pra comprar meu charm de torre Eiffel para a minha pulseira de viagens. Mas o museu tem várias outras entradas, essa é a mais prática. Quem vem pela rua pode entrar pela famosa pirâmide de vidro (e provavelmente pegar fila rs).

Todo mundo diz para compras os ingressos com antecedência (você pode comprar online e retirar em uma FNAC), mas nós não conseguimos fazer isso e deixamos para comprar na hora e surpresa: não tinha fila! Os ingressos estão custando 15,00€. O Museu do Louvre não abre às terças e fecha mais tarde às quartas e sextas (21:45h). É sempre bom confirmar as informações sobre dias e horários de funcionamento no site oficial.

Museu do Louvre

Hall de entrada do Louvre, que conecta as 3 alas, bem embaixo da pirâmide principal.

O museu do Louvre é dividido em 3 alas: Denon, Sully e Richelieu, cada uma delas com vários andares. Diferente de outros grandes museus que eu já fui, como o MET e o British Museum, o Louvre não nasceu para ser museu. O prédio era um palácio onde moraram vários reis da França antes da corte se mudar para Versalhes, então a “navegação” dentro do museu foi um pouco mais confusa para mim. O fato de uma parte das alas não ter o mesmo visual clean – aliás, é bem o contrário disso – de outros grandes museus também deixa a visita um pouco mais cansativa visualmente. Apesar disso é claro que o museu tem uma coleção fantástica!

Museu do Louvre

Le mur est la surface de sa propre histoire enfouie. Tant que les objets restent dessus, le spectateur cache la vue à l’archéologue

Uma coisa que eu achei bem interessante e não tinha lido por aí é que dá para descer ao subsolo da ala Sully e visitar a fundação original do prédio, dos tempos medievais, a maquete do prédio original e alguns objetos da época. Além disso o espaço é todo decorado com esses neons com frases sobre o muro – até no muro se vê poesia.

Museu do Louvre

Museu do Louvre

Acho que essa é a minha sala preferida do Louvre, por vários motivos: expõe esculturas, uma das minhas formas preferidas de arte, tem iluminação natural, tem vários níveis e fica lindo olhar as peças de várias perspectivas e é enorme! Dá o maior alívio ficar num espaço aberto assim depois da sensação de sufocamento de outras áreas do museu, como…

Museu do Louvre

… os apartamentos de Napoleão III! Toda uma área para mostrar como era pobre esse menino! É tanto ouro, tanto veludo, tanto detalhe que eu sai até meio sufocada dessa parte. Esses eram os aposentos do imperador sobrinho de Napoleão Bonaparte.

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Mais um exemplo de como a arquitetura francesa pode ser clean e minimalista.

Museu do Louvre

A Monalisa – não se engane por essa foto (a que eu postei no meu instagram na época é mais realista), a sala onde ela fica passa o dia todo lotada. O quadro é menor do que um A3 e sério, não dá pra entender como ficou tão famoso, tem tantos outros quadros tão mais bonitos!

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A Vitória de Samotrácia, outra das principais obras do Louvre

Ainda tem várias obras muito famosas, daquelas que a gente vê nos livros de história e estão lá no Museu do Louvre: o código de Hamurabi (o mais antigo código de leis), O Escravo Moribundo e o Escravo Rebelde de Michelangelo, Psiqué Reanimada pelo Beijo de Eros de Canova (linda, mas tem pessoas em todas as minhas fotos dela!), A Madona das Rochas de Leonardo da Vinci (quem viu O Código da Vinci?), a Vênus de Milo, a Esfinge de Tânis… enfim, tem muita coisa legal!


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